Segunda-feira, 29 Outubro, 2007

Água morro abaixo...



Rebouças Faltava divulgar aqui uma foto do Rebouças. Menos mal que não saiu ninguém ferido neste desmoronamento de terra no Túnel Rebouças. Na hora que houve o primeiro deslizamento o tráfego ainda era grande; e nas outras vezes já tinha um pessoal da prefeitura trabalhando no local. Em compensação, o caos no trânsito pegou todo mundo.

Esta imagem foi clicada hoje, já com a galeria Sul-Norte aberta para a galera chegar ao Centro do Rio pela manhã. Agora, responda-me (principalmente se você passa por lá todo dia): não seria melhor, pela manhã colocar a mão em direção à Zona Sul; e, à tarde, manter o sentido correto, da Lagoa para a Praça da Bandeira? Eu acho que seria melhor. Nesta terça a encrenca continua e somente na quarta, mesmo assim se não chover forte, é que as duas pistas estarão liberadas.

Você que dá uma passadinha por aqui conte sua aventura neste caos urbano provocado pelo fechamento do Rebouças. Espero sua mensagem.


Sábado, 27 Outubro, 2007

Que água, hein?!...



Névoa encobre Pão de Açúcar Caramba! O Rio precisava de chuva, mas não de uma enxurrada. Entornar o balde foi demais, bastava utilizar um regador. É, Heloísa, da próxima vez temos que ser mais específicos para evitar o dilúvio. Ou então construir antecipadamente mais uma arca :))))

Quem acompanhou os boletins na manhã de quarta-feira sabe que tive que pousar antecipadamente no Aeroporto Santos Dumont (aliás, naquele dia não decolou nem pousou nenhum vôo da Ponte Aérea). Depois eu soube que um dos maiores índices de chuva foi na região do aeroporto. Assim que pousamos falei no Acorda Aê! que, da pista, não conseguia enxergar o Pão de Açúcar, que fica logo ali em frente. Para poder passar a idéia da situação fiz a foto de cima. No dia seguinte, com o tempo mais aberto, ainda pousados, fiz a mesma foto. Desta vez você consegue ver bem o Pão de Açúcar.

A quarta-feira foi um transtorno só, para todo mundo. Eu mesmo fiquei o dia inteiro no Santos Dumont na expectativa de que poderíamos decolar novamente para continuar a cobertura aérea (aliás, devo explicar que fui muito bem tratado pela minha companhia aérea; por isso que eu tenho cartão de fidelidade). O interessante é que o próprio serviço de meteorologia estava perdido. Às 10h a previsão era de que às 15h o tempo melhoraria e, na verdade, até piorou.

Devemos lamentar, e muito, os incidentes mais graves que aconteceram na cidade. De resto, é como diz o fiscal "tirando o motorista e o trocador, é tudo passageiro".

Mas o tempo já abriu e as fotos do Pôr-do-Sol vão voltar. Aguardem!!! Viu Ale, Sabrina e Sandra Mara. Obrigado também para Lívia, Andreza, Leila e o Dyego, que passaram por aqui e deixaram suas mensagens. E Tiago, meu time é o melhor do Rio. Não porque está temporariamente melhor colocado na classificação do brasileiro, mas é porque ele já foi ao Japão e voltou com um peso a mais na bagagem. Saudações...


Domingo, 21 Outubro, 2007

Chova ou faça sol...


o Rio de Janeiro continua lindo!

Até nublado é bonito Depois da foto do pôr-do-sol o tempo no Rio fechou (ainda bem, estava mais do que na hora de cair uma chuva refrescante que enchesse um pouco nossos reservatórios e regasse as matas), mas a cidade não deixou de criar belos cartões postais. Selecionei esta foto que fiz passando pela Enseada de Botafogo com a Lagoa ao fundo.

Sabrina, não chega a ser um belo pôr-do-sol, mas é tão bonito quanto. Espero que Ale e Sandra Mara (aliás, Sandra, obrigado pela consideração quanto ao papel de parede) concordem.

Até o próximo pôr-do-sol.


Terça-feira, 16 Outubro, 2007

Obra Prima



Pôr-do-sol Não resisti a tentação de colocar um segundo post hoje depois de clicar este pôr-do-sol. Uma bela bola de fogo no horizonte. O período do horário de verão é ótimo para fazer muitas fotos como esta. Trata-se da primeira de muitas que serão colocadas por aqui. É ou não é para bater palmas? E de pé.




Névoa em cima e fogo embaixo...


... haja fumaça!

Fumaça Quem chegou na Barra logo cedo chegou a pensar que um forte nevoeiro chegou a região. Engano. Tinha nevoeiro sim, mas bem alto e não muito forte. A fumaça que reduzia a visibilidade na Avenida Ayrton Senna era de uma queimada no matagal de um terreno ao lado das pistas na altura da Gardênia Azul. Na semana passada dei o alerta pela FM O Dia e os bombeiros apareceram para controlar o fogo. Mas o incêndio recomeçou e hoje não vi bombeiro nenhum por lá. É o tipo de situação em que todo mundo perde.


Sexta-feira , 12 Outubro, 2007

Cartão postal encoberto



Nevoeiro Quinta-feira pela manhã uma boa parte da orla do Rio - principalmente o Arpoador - ficou sob um forte nevoeiro, a ponto de encobrir um dos cartões postais do Rio. Na imagem é possível ver (ou não) prédios de Ipanema debaixo da nuvem. Este nevoeiro é conseqüência da umidade que o vento traz do mar em choque com a terra já aquecida pelo sol. Quando ele acontece sobre a cidade impede o nosso sobrevôo. Neste caso apenas neste trecho não foi possível sobrevoar. Imagine acordar, abrir a janela e não ver absolutamente nada. Deve ser estranho...


Domingo, 7 Outubro, 2007

Tudo que sobe...



BalãoNa sexta-feira um balão caiu na Baía de Guanabara, perto dos estaleiros que ficam a direita da Ponte logo na chegada a Niterói. O pessoal da torre de controle do Aeroporto Santos Dumont e os pilotos que aproximavam para pouso estavam preocupados. Afinal, uma das rotas de pouso passa exatamente naquele ponto, e justamente a que estava sendo usada naquele momento, com os aviões pousando da Ponte em direção ao Pão de Açúcar. Balões podem ser muito bonitos, mas são um risco para a aviação.

Um cálculo do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) revela que, se uma aeronave em aproximação para pouso a 250 nós (cerca de 460 quilômetros por hora) colidir com um balão de 150 quilos, o impacto seria de 208 toneladas (a metade do peso de um Boeing 747). Além do impacto físico, deve-se levar em consideração o risco dos fogos de artifício que os balões carregam. Vale destacar também que os balões não são detectados por radares ou sistemas de segurança das aeronaves e muitas vezes o vôo é feito por instrumentos e não visual.

O site do CENIPA (CENIPA) informa que, pássaros são mais leves, menores e não explodem, e mesmo assim já derrubaram aeronaves de todos os portes, inclusive um Boeing 737 (Etiópia, 1988) e um Boeing 707 (Alasca, 1995).

Agradeço aos ouvintes-amigos que têm passado pelo Blog e deixando seus recadinhos: Robinho Moraes de São Gonçalo; Thiago Oliveira, que não esquece da mãezona Marcinha; a Márcia de Alcântara; a Marisa Mell, que A-DO-RA o congestionamento da Francisco Bicalho; Diego Cabeça; Rafaela Viana; Roberta Oneill, que ainda não me achou no céu; Felipe Lopes e o Tio Luis, lá de Saracuruna; a Maria de Fátima Cabral; e a Lívia.

Valeu a força, galera!!!


Quarta-feira, 3 Outubro, 2007

Tomara que chova... parte II



Canal do Joá Mudei até o texto do post depois que vi o estado do Canal do Joá nesta quarta (e também quinta-feira). O nível da água estava baixo (foto de baixo) e eu pedi que chovesse para encher um pouquinho. Mas, não era para ser esta água suja (foto de cima) que invadiu o Canal e acaba parando no mar.

No Canal do Joá, na Barra da Tijuca, passa a água que vem das lagoas de Jacarepaguá (aquela perto do autódromo), do Camorim (embaixo das pontes da avenida Ayrton Senna na saída da Barra) e da Tijuca (onde se localiza a Ilha dos Pescadores).

E olha que quando chover mais forte vai vir uma sujeira maior ainda, que normalmente aparecem com a chuva.

Sabe lá aonde a gente vai levar esta coisa chamada Planeta Terra.


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